|E com mais meio gole de absinto, ele começou a escrever sobre o seu mundo... |
Eu sou à exceção da força da gravidade, e estou acompanhando o mundo me girar, logo estou girando com o mundo e segurando-me como posso... Sou um louco imponente, ou um velho inconseqüente (como queira!), sou um ícone e acima de tudo um bêbado turvo... A instabilidade é constante por que onde habito não existe química, física, matemática, cartografia e dirá razão... Estamos apenas absolvendo impactos, saindo desses intactos, voltamos a ser ícones loucos velhos turvos e embriagados...
Uma dor de cabeça constante e por mais incrível que pareça, eles ainda acreditam que possam existir vacas no teto, a confiança existe, no fim isso é o que realmente importa.
Mesmo sabendo da quantidade de elementos que amam a mesma mulher: Isso de alguma maneira deve importar. principalmente quando somos os verdadeiros maiorais da historia, e estamos no controle de tudo!
Mas não importa, unicamente nos momentos em que utilizam de estímulos extremamente sorrateiros e cruéis: Chantagem!
Que é o momento em que verdadeiramente se cai,
E ele cai
E ela cai... Os dois caem, mas não ao mesmo tempo, nem à mesma valsa: Tombam um pra cada lado e caem!
E depois de algum outro momento os dois voltam a cair para os sentidos opostos de mais outros, e de outros e de outros... Sucessivamente assim, até que os dois se tornam amigos de infância, e percebem de maneira simultânea que o destino é a solidão.
Talvez de um do outro não.
E em passos vãos, os dois rolam no chão, riem da mesma menina descabelada, discutem calculo, procuram definição e adaptação para a palavra chantagem e se abraçam, foi difícil pra eu estar em par com ela sem estar com ela, devo admitir que perdi o amor de minha vida,
Em troca?
Ganhei mais que uma colega de classe!
| ... |
Eles discutem filmes, olham para o “por da noite”, pegam ônibus para direções diferentes: OPOSTAS, até que um dos, percebe que o destino dos dois também o é...
|Depois de um longo suspiro e enquanto os dois o observavam: ele sucumbiu com o peso dos próprios olhos, e dormiu por cima dos papeis dos quais futuramente escreveria grandes poemas de amor... Perplexos com o efeito da bebida o “outro” e “aquele” levantaram cada um uma taça e brindaram à noite... |
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