Capitulo um, A menina honrada.
E der repente, trinta e um de dezembro de 2006, tinha acabado toda aquela bateria de vestibulares em fins de semanas consecutivos que tinha me deixado sensato por algum tempo, havia saído o resultado de um deles que poderia ser consideravelmente classificado como um tanto feliz,
[Dependendo do ponto de vista...]
Mas essas coisas não constam nessa historia,
Não nessa!
Sobre as coisas do ano anterior, o que importa de forma simples e sucinta é o presente de natal [ o computador, que me jogaria em madrugadas convidativas] e o projeto de oração [ que eu fui pouco antes do natal]. Não o projeto em sim que foi produtivo e tal, mas o que realmente importa no mesmo, foi o prazer ao descobrir a prima daquela garota lá, que “ele” definiria esta nova pessoa como sendo uma pessoa singular, de coração enorme, e paciência gigante...
[ - No qual ele tem consciência que a fez sofrer um bocado.
Mas não querendo antecipar as partes de sofrimento, vamos ao primeiro dia do ano.
Que em uma escala de zero á dez, poder-se-ia sugerir 8,5.
As mesmas garotas da rua de terra, o garoto da frente, minha família e o cachorro.
Tirando a família e o cachorro, tudo se resume a mesma falsidade contínua: Alguns elogios, uns desejos, alguns beijos [mas quanto a isso, eu não tenho nada a declarar]...
Mesma coisa de sempre, mesmo primeiro dia do ano, mas dessa vez não seria um ano “mesmo”, coisas simples por aqui não aconteceriam por que eu havia me oposto a isso, dali adiante seria carne e osso... E dessa forma eu entrei na vida de cabeça.
Oito de janeiro de 2007,
Tinha acabado de sair o ultimo resultado dos vestibulares que o “eu consciente” [que á algum tempo eu denomino como “ELE”] fez - foi essa a maior alegria do ano -, 100% de aproveitamento nos três exames de vestibular e isso me levou à realidade de fronte.
Os dias que sucederam este, não foram tão importantes assim, só internet, dormir, família e internet de novo... E em uma dessas atitudes vazias de computadores, ele fez contato com a prima daquela garota lá.
[que dizer, eu não lembro ao certo quando foi o primeiro contato. Mas sei que aconteceu no ano anterior pouco tempo depois do PO]
- mas, indo ao ponto da historia que diz respeito a ele e a “prima dela”-
Pode-se falar que naquelas conversas estranhas que falam sobre relacionamentos antigos, caixas de fósforo, latas de manteigas e tampas de garrafa... Ele ficou afim dela enquanto ela fazia doce com a faca e o queijo na mão, daí algumas madrugadas foram, uns telefonemas vieram... E ela começou a amá-lo enquanto ele de forma bem sorrateira tirava-lhe das mãos a faca e o queijo.
Tomando nota: Chegará o momento em que serão preciso algumas palavras duras. E este momento exigirá coragem para falar e paciência para alguém entender...
[Alguém me falou sobre isso um tempo antes disso e eu custei a acreditar.]
Essa fase de telefonemas e internet foi um pouco prolongada por que ela estava viajando e quando ela chegou, eles ficaram, e foram e voltaram... Até que eu fui e não voltei mais... Mas ao ponto onde estou querendo chegar, é importante ressaltar Gabriela como a menina honrada, eu não fui um exemplo de pessoa quando convivia de forma direta com ela,
[muito pelo contrario],
eu fui tão idiota quanto se poderia ser...
Mas onde eu quero chegar é que por mais que eu tenha errado com ela, essas coisas aconteceram por “motivos do coração”, que são por conseqüência,
coisas sem explicação.
Sabendo os pontos onde eu errei por conta própria, e procurando pedir mais uma vez desculpa de uma outra forma, Eu dedico esse texto à ela: Gabriela, a menina honrada.
Eu sempre sorri muito, sorria de forma verdadeira até deixar o rosto molhado de lagrimas alegres... Mas esse tipo de acontecimento foi ficando escasso desde o fim do ultimo ano. Acho que foi um impacto de certa forma. Tipo, eu me afastei dos meus amigos do colégio, e tinha agora que assumir a responsabilidade de duas faculdades e “bláhh”
[...]
Tanta coisa de uma só vez...
Bem, mas isso seria apenas um pretexto pra eu começar esse capitulo, por que aqui eu não quero falar sobre a forma gradativa como eu fui me tornando vulnerável, aqui eu queria falar sobre a pessoa que eu conheci, sobre a aula inaugural e sobre o primeiro dia na faculdade de matemática.
A priori a pessoa que eu conheci vai, na hora, perceber que eu estou me referindo a ela, então eu prefiro não me perder em meio aos muitos detalhes sobre a forma que nos conhecemos, e usar este espaço aqui pra falar sobre algumas sensações que eu senti durante todo o processo, por que sobre essas coisas eu ainda não mencionei.
Beijo na mão, primeira ligação, primeiro beijo...
As esperas são muito ruins, as decepções são invisíveis, as palavras “duras” machucam bastante, as ambigüidades são mortais, as madrugadas são excelentes, os olhares são cruéis, as mensagens são incríveis, a realidade é interessante, a verdade é uma espada, a certeza uma glória e a amizade um tudo...
- Por cima de samba e frevo, recai um pobre Pierrot -
Era dia de carnaval em Petrolina quando, no escuro, fizemos nosso primeiro contato...
Parecia àquela coisa bem criança em um filme americano qualquer... Um toca à mão do outro, os dois se soltam com um susto, até compreenderem segundos depois que foi bom e voltam a se tocar... Mas diferente dos filmes americanos em que depois de voltar a pegar na mão as crianças se abraçam e beijam e [...] Nós preferimos nos resumir ao carinhoso toque de mão...
Bem sutil, e sem explicação... Suave, quente e formal.
Um combustível realmente bom, direcionado a uma imaginação de delírios...
Em seqüência fomos ao carnaval, não pulamos, não gritamos nem nada do tipo... Eu me escondi a festa toda até ter a brilhante idéia de ir sentar no banco de pau atrás da igreja.
[conversas, conversas, conversas]
Acabou o carnaval, as coisas foram acontecendo, o tempo foi passando, até chegar “a aula inaugural”.
Sobre a aula em si eu não lembro de quase nada, tinham umas figuras na parede, uns panfletos no chão e uma seqüência de sorrisos de todas as formas nos rostos das pessoas que não tinham noção do que estava por vir. Sobre a aula inaugural, tudo o que eu sei é isso, contudo em um lugar não muito distante dali, pouco tempo depois, alguém ficou nervoso, e aquele momento foi mágico e foi por pouco...
[muito pouco]
Uma das minhas tardes mais aproveitadas do ano... Dali à dois dias, nós saímos rumo ao primeiro osculo, que foi inesquecível... E “descrevendo” vocês podem ter como referencia a mesma sensação descrita em algum desses textos aqui abaixo: “Sobre física moderna”.
Do beijo ao namoro, e em pouco tempo o fim...
Mas nesse meio termo, uma coisa é importante a ser dita: O primeiro dia na faculdade... Tudo aquilo sobre realizar sonho, ser alguém, estudar, e dentro de todo esse entusiasmo “O TROTE”. Uma das sensações mais divertida de minha vida, nós zeramos uma prova no primeiro dia de aula... E depois nos pintaram e deram comida...
[Disso meus netos terão conhecimento.]
[hUAHUahuAHUAHuaUHAUhauHAUhauHAUhauHAUhauHAUhauHAU]
E voltando ao assunto, nós terminamos.
Depois de tudo o que aconteceu, eu me prendi mais às pessoas da faculdade, aos estudos e ao resto. Mas ainda assim, eu não era o mesmo.
Tomando nota: existirão situações em os culpados não poderão assumir a culpa, e dessa forma nós acabamos assumindo fardos que não são nossos.
Ps: Não fazer mais isso!
Essa experiência me fez ver o quanto a “prima dela” sofreu, além de quantas maneiras são possíveis de se olhar a realidade, e outras coisas que não convém aqui. Eu não quero me mostrar triste, nem causar tristeza... Mas eu queria dizer que em relação ao amor, enquanto não houver certeza, não arrisque. E mesmo quando houver certeza, vá com cautela.
Dor causada por amor, é cruel.
[ raiva,frustração, angústia, dor, coração apertado,garganta entalada...lágrimas..]
Você sente, dói, fica angustiado e não consegue explicar... E nesses momentos ruins de fragilidade, É que a gente se conhece. Todo mundo tem o bem e o mal consigo. Eles eu não definiria dessa forma, seria um tímido e um sensato. Um complexo e um outro calado. Um mais quieto outro mais afastado. Um decidido e outro tapado. A quem um recebem um nome de “o outro” e o outro de “aquele” .
Dessa forma eu deixo definidos os meus “superegos”, ou melhor, O meu bem e meu mau em suas essências separadas...
... E os dois estavam caindo no chão aos ponta pés, isto eram apenas pensamentos que por horas rodeavam a cabeça dos dois. Entre eles não existia o bom senso, o acordo ou o conceito. Um é superior, o outro nem tanto, um carrega um fardo grande, e prova disto é o rancor que traz mesmo daqueles que não conhece. Já o outro é mais normal, não que “aquele” seja louco, mas que o “outro” é mais calmo, não tem uma grande experiência de vida e as poucas que ainda têm, ele as doou pra um bêbado qualquer. Desilusões não são coisas a serem carregadas, são? São sim! Este é o julgamento “daquele”, o egoísta, que é capaz de apoderar-se de toda a culpa para praticar também um ato de orgulho. Não, de fato não são. Este é o que pensa o “outro” pobre coitado. Às vezes parece não saber o que diz, uma hora dessas ele me surpreendeu ...
Capitulo quatro, A fase ruim: Eles, ela e a “prima dela”.
Confesso que nessa parte da historia eu já desconhecia o que estava fazendo, porém, eu não menti. Eu não menti pra ninguém. As coisas não aconteciam, elas passavam. Fugiram do controle, desapareceram... Escalada, faculdade, amor, família... In Music... Ali não era eu, aquelas prioridades não eram as minhas, e eu não sei explicar. Na verdade eu até sei, mas eu não queria... Mostrar-se fraco é ruim para um homem, mostrar-se fraco por estar amando é que seria o tipo da coisa incontável. Mas como atitude de vingança, ou mostrar superior, ou mais provavelmente, paixão antiga, eu pedi pra ficar com “ela”, e ela disse para a prima dela.
[Ela dinamitou a relação; o pouco que sobrou... ]
Daí pra frente, fora o convite que me fizeram e a faculdade, o reto foi de mal a pior. Até o dia da conversa, da outra besteira e do pacto. E por esse pacto, eu termino aqui esse capitulo, por que ficou combinado que não falaríamos mais, nunca mais...
Tomando nota: Se me propuser um pacto, está aceito. E depois disso, estais morto.
Capitulo cinco, o que seria pior?
Seria pior perde-la com esse pacto idiota? Perde-la para sempre junto à amizade da prima dela? Ou ter meu amor de volta e perde-lo também? Só consegui salvar a amizade de Gabriela mesmo. [Ela já era.] E meu amor? Eu o tive de novo... Mas o perderam de mim, coisas que eu não falei munidas de algumas coisas que eu não fiz. Umas más explicações, e umas respostas minhas que eu não pude dar...
Dessa vez eu assumo que sofri,
Não exclusivamente por amor, mas que a sua falta doeu um bocado eu não posso negar. E se querem saber o que foi realmente pior eu falo: Eu estive doente. Eu tive pensamentos baixos. E eu pensei em desistir.
Foi horrível, mas ai eu tive contato direto à fortaleza: “A parede de pedra”, o meu ais na manga.
Depois disso eu fui ignorado, me trataram mal, e blá blá blá...
Eu não ligava. Eu não liguei. Eu não ligo.
Eu tenho em quem encostar, e isso não se resume só ao meu ais.
Tomando nota: Sobre aquele ditado popular, Há males que vem para o bem... De fato existe, tudo isso me fez parecer bem maior, me fez ver quem estava ao redor, fez me juntar a minha família. Enquanto tiver família, use-a. Não como mais um instrumento qualquer em sua vida, mas como o mais importante deles.
[Nesse meio tempo faleceu Taysa. E eu não falei com ela direito na oportunidade que eu tive. Isso também me machucou um bocado.]
Essa fase foi o pior momento do ano, diante dos meus olhos, tudo parecia molhado.
Era tudo um grande rio de água salgada.
Eu chorei, eu chorei, eu chorei... Eu entrei na outra faculdade.
Capitulo seis, Engenharia Civil: Alguns números.
Na minha turma de engenharia civil, eu tenho a minha maior amiga. No meio dos maiores cálculos, eu tenho o meu maior abrigo. Difícil foi entender que eu reconheci isso um tanto tarde. Nesse outro curso eu estou estudando com alguns conhecidos, alguns amigos e com minha irmã. Os cálculos daqui são mais “exigentes” que os da outra faculdade,
Números ao extremo,
Contas, contas, contas...
Mais parece o paraíso.
É difícil de mais, não devo mentir.
Mas é a realização de um sonho.
De ver tudo aquilo que eu imaginei quando criança, poder construir casas bonitas, prédios grandes, pontes e inventar, moldar... Tudo aquilo que eu sempre quis.
Entretanto, a dor da perda, o cansaço, a doença.
Tudo me mostrava imaturo de mais para entrar na vida tão cedo.
Eu acho que acabei me enganando quando me opus aos acontecimentos banais.
Apesar de gostar de matemática, eu pensei em desistir.
Apesar de amar calculo eu quis parar...
Coisas e mais coisas. Férias prolongadas. O grande retorno.
As minhas necessidades que importam são minhas, logo eu não posso permitir que terceiros tenham o controle disto. E não querendo ser prepotente. Eu levantei a cabeça e me preparei para o pior. Fiz uma oração. E fui estudar.
-Adiantando o assunto-
Eu acabei desistindo de calculo, por que “Tio Luiz” não forneceu outra alternativa se não a saída, mas no resto eu tive êxito, o que me deixa bastante feliz hoje.
Capitulo sete, Álbuns e gavetas.
Tomando nota: Nunca mais deixar de falar com ninguém, que eu odeie muito ou que eu ame ao extremo. Nunca deixar de falar.
Nos meus álbuns estão as minhas melhores poses, os meus melhores momentos, e os meus maiores amigos. Nas minhas gavetas estão todas as minhas provas, os meus arquivos incertos, e os meus grandes inimigos.
Eu guardo tudo como em uma coleção, de glorias e lutas..
Álbuns para fotografias, gavetas para arquivos.
Mas todos guardados. Sem citações para evitar esquecimentos.
Mas que vale ressaltar a menina dramática.
Fonte de aconchego por tempo indeterminado. Intimidade. Namoro. Amizade.
Eu tenho saudades dela e às vezes me sinto culpado pelo seu afastamento.
Ou talvez eu tenha me afastado e não tenha percebido, não sei.
Eu sei que a gente se gosta um bocado, mas por ironia do destino, para namoro não foi.
Sam, Te adoro.
Capitulo oito, Explicações.
Eu não queria fazer esse texto dessa forma, mas a partir do momento que eu comecei a escrever eu fui lembrando de uma porção de coisas, e acabei perdendo a organização dessa “bodega”. Então, só em nível de informação, os acontecimentos aqui citados existiram mesmo, contudo a ordem não deve estar realmente justaposta. E eu me perdi agora... Talvez para vocês, tenha perdido o nexo ou coisa parecida e eu nem ligo. Enquanto eu estiver entendendo está bom.
Tomando nota: Compra uma agenda oO’ [iahsuahsaiuhsuahsui]
Obs. E os capítulos vão diminuindo... [uasuihaushauishaushauis]
Capitulo nove, O cinema.
“Deus, conceda-me serenidade para aceitar as coisas que não posso modificar, coragem para modificar aquelas que posso, e sabedoria para reconhecer a diferença entre uma e outra.”
Resumindo, voltamos a ficar, fomos ao cinema, foi lindo, legal, tudo feliz...
Mas segundo Murphy.
As etapas de um processo devem obedecer o seguinte:
- Idéias comuns;
- Entusiasmo total;
- Primeiro erro;
- Desilusão geral;
- Busca de culpados;
- Punição dos inocentes...
Sempre é assim... Então Bláh, bláh, bláh...
Deu tudo errado de novo, mas com destreza dessa vez. [Essa sim, foi bonita]
Capitulo dez, Minha pequena princesa.
Eu preferi não incluir essa historia em outros capítulos, apesar dela estar acontecendo desde antes. Eu conheci “Tai” no 12° escalada de Petrolina, ela é muito meiga, bonita, legal, tímida. [Não tão tímida quanto eu pensava.]
Mas certas coisas não vêm ao caso. Há algum tempo, saindo de uma tarde de estudos qualquer, eu encontrei Tainá saindo da faculdade (Ela faz psicologia), ai estávamos lá fora Zezero, ela e eu... E conversando sobre relacionamento, eu e ela pronunciamos em uníssono.
“O que eu queria mesmo, era um namoro serio.”
E dessa forma aconteceu, ela começou a gostar de mim e até pouco tempo atrás eu não conseguia me ver ao lado dela. Namorando-a.
Mas, segundo a grande filosofa Yanna, a amiga de todas as horas:
“Você tenta, o Maximo que pode acontecer é não dar certo”
Devido a isso eu resolvi me lançar, seguir a filosofia de Yana, Sêneca, Drumont...
Hoje eu tenho a “minha pequena princesa” como um amparo,
Não só pessoa, não só namorada.
Uma amiga.
E isso se tornou extremamente importante pra mim nos últimos dias. Eu estou muito feliz, de verdade mesmo. Eu sei que pode amanha ou depois tudo implodir ou amanha ou depois, tudo durar para sempre... O destino é incerto então como diria o poeta,
“Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure”
E analisando as hipóteses acima, se amanha não der certo eu tenho certeza que eu tentei ao máximo ser e fazer felicidade. E por cima de tudo, ganhar tua confiança e amizade Tai.
Mas se amanha der certo, serão as melhores chuvas, os melhores beijos, as melhores perdas, os melhores desejos, as melhores angustias e tudo o que for vai ser sempre o melhor. Por que se amanha der certo, eu com certeza estarei te amando.
Capitulo onze, O parâmetro.
Eu cansei de capitular essa coisa toda, no fim ninguém vai ler mesmo.
Vamos direto ao fim do ano que é o que definitivamente importa. Então colocando “x”, “y” e “z” em função de um parâmetro...
oO’
Dei uma empolgada agora...
[hsuiahsiuahsuiahsuahsius]
Legenda: Colocando todos esses pensamentos largados, desorganizados e distintos deles três, em função de mim, do que eu realmente sou. Então:
[...] o que eu penso...
Sobre o amor, imprevisível. Sobre a dor, inevitável. Sobre duas pessoas, fascínio. Sobre o tempo, incerto. Sobre os amigos, um marco. Sobre a família, um tudo. Sobre o rancor, supérfluo. Sobre ela, indiscutível. Sobre ele, impensável. Sobre a solidão, passável. Sobre o silencio, aprendido. Sobre a vida, uma incógnita. Sobre o certo, duvidoso. Sobre a saudade, o bem. Sobre a distancia, difícil. Sobre as certezas, arrependimento. Sobre o infinito, vazio. Sobre a loucura, essencial. Sobre a ternura, saudável. Sobre a timidez, louvável. Sobre os riscos, mistérios. Sobre mistérios, uns risos. E sobre os risos, a vida...
O bem e o mau.
Um ele, um outro, um aquele.
E alguns números.
À Gabriela com muito carinho, Maelson.
2 comentários:
q lindo lindo lindo mt lindooo
e tem um capítulo só pra mim
xD
eu sabia q esse texto ia ser lindo mesmo
cm eu jah cansei de falar
vc escreve coisas lindas sempre
e escreve-as mt bem
bju
S2
Nem sei se podia ter lido...
nem sei se me dizia respeito...
pouco importa agora o q eu sei ou o q eu ñ sei,já li msmo rsrsrsrrs
Sim vamos ao q interessa...
nunca te disse isso claramente,mas digo agora:vc escreve muito bem,seus textos transmitem muita emoção e verdade(talvez)...se transmitem verdade ou ñ,pouco importa,gosto(muito)deles...
eles conseguem me fazer refletir,nem sei pq,tb ñ qro saber,gosto de ler...ñ me prive srsrsrrsrsrs
Ah!gostei particularmente do capítulo 10,afinal presenciei toda a espera e emoção vivida,e fico muito feliz por vcs hoje estarem juntos,vcs merecem...
vou ficando por aqui,pq ainda tenho q ler mais ...rsrsrs
parabéns
bjuu
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