
Tudo é muita coisa e nada é muito pouco.
Eu fico realmente indignado por não conseguir definir o tempo.
Se eu falar que é o período que vai desde agora até aquele instante não estaria errado,
Eu fico realmente indignado por não conseguir definir o tempo.
Se eu falar que é o período que vai desde agora até aquele instante não estaria errado,
Porem não estaria findo.
Tempo estaria tão acima disso tudo.
Tão mais completo e complexo, que, T(final) – T(inicial).
Coisas sobre a qual química e física seriam falhas ao explicar.
Coisa que talvez nem os mais experientes poetas fossem capazes de informar
– Precisão, capacidade, sabedoria ou grandeza –
Eu sinto muito não ser um bom poeta para lançar aqui ao menos idéias sobre essa capacidade de “passar”,
Eu lamento realmente ser uma insensível calculadora ambulante,
Ou até mesmo um fato marcante
- e nada mais –
Nada mais que vá de contra a força do tempo.
Nada mais, que derrube toda essa voracidade.
Uma vez me falaram que o tempo era algo egoísta.
“Chega um momento de que ele se apodera de todos os detalhes...”
Essa é uma das muitas verdades cruéis e cruciais sobre o mesmo.
Sobre o mesmo que faz doer, sobre o mesmo que faz parar.
Outra coisa crucial sobre,
É a capacidade de cura, que só o seu egoísmo possui.
Coisas que só o “mesmo” extermina.
Sobre o tempo eu não sei muita coisa.
Mas se tratando dele, "Sempre" é muito. E "nunca" é muito mais...
[Saudades de quem um dia esteve aqui e eu tenho certeza que não vai voltar - nunca -]
Um comentário:
Não me pergunte como eu vim parar aqui... não faço a mínima idéia... maldito(bendito) google.
Viajo "nas viagens" alheias dos blogs da galera. hehehe
Sempre que der eu vou dar uma passada por aqui. Tu parece ser gente boa.
Abraços
Luizão
Recife-PE
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