Como se fosse um ‘closer’, eu observo o semestre diminuir até desaparecer. Com uma leve pitada de sal acrescentada, eu começo a salivar pelas delícias do que produzi enquanto as vejo voltar a mim em proporções maiores, significativas. Depois eu passo a entender que as tardes não foram em vão e solto uma gargalhada absoluta em frente ao espelho. Feliz, eu estou convidado a desfrutar das minhas glórias.
Isso é o mínimo do que eu poderia sentir
Isso é o mínimo do que eu poderia sentir
F-E-L-I-C-I-D-A-D-E.
O máximo eu já desfruto há muito. Assim sendo eu posso reforçar tudo o que escrevi nas cartas que não mandei; Nas voltas e nos dias passados. O que eu não posso é
R-E-T-R-O-C-E-D-E-R.
E falando nas coisas que eu não posso,
D-E-S-C-O-N-S-I-D-E-R-A-R
é uma delas. Em relação ao que vivi principalmente, as coisas que eu fiz são como os meus escritos. Mas as coisas que fizeram por mim, são como meus pedaços. O que me mantém.
E vou chegando perto,
E vou chegando perto,
um pouco mais perto,
MAIOR.
4 comentários:
-Oi.
-Oi.
-Você vem sempre aqui?
-Venho, e leio todos os textos.
-Mas porque não comenta?
-É que eu tenho preguiça...
*Morro de preguiça de comentar, mas estou sempre aqui. Você sabe q eu adoro seus textos neh?!
:p
bjuu
T.A.
Velhooooo
Tha show o blog! serioo mesmoo!
Triiii
;*
aff q raiva...
seu blog é tão, tão, tão legal.
xD
texto bom tbm esse, me fez pensar...
eu queria saber fazer essas coisinhas nas fotos, é tão massa...
bjo
[ah, n ligue pros meus blogs, estão abandonados ;]
oxe cadê o texto com sono??
kkkkkkkkkkkk
T.A.
tudo azul...
[essa foi boa]
kkkkkkkkkkk
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