sábado, 23 de agosto de 2008


[...]

E por longos momentos sem fim eu me planejei. Infelizmente quando não é tempo, não é e ponto. Parecia um conto e parecia bonito. Infelizmente quando não é de ser dito, simplesmente não é. Veja a que ponto que chegamos, pisamos na lua, copiamos animais, desmistificamos o átomo, temos uma equação para fluidos...

Somos o topo da terra.

É intrigante que não tenhamos conseguido uma forma de ‘manusear’ o tempo. [Acrescentar horas]

Nem adiantar nem retroceder...

A-C-R-E-S-C-E-N-T-A-R!

Não há como definir ‘tempo’. Horas dá, tempo não.

Nossa única capacidade sobre ele, é torná-lo belo.

Depois disso somos simples submissos.

Existem coisas a se falar sobre os últimos acontecimentos, e dentre todas as coisas, a mais importante é que o tempo solucionará.

A forma da solução quem dita sou eu, os resultados não.

Um poeta falou certa vez que ‘Não somos nós que perdemos tempo. É o tempo que nos perde’. Eu acredito que essa frase diz muito,

[Principalmente sobre nossa ignorância declarada por não conhecer a sabedoria do tempo].

- Calma, tudo está em calma. Deixe que o beijo dure, deixe que o tempo cure. -

2 comentários:

.. disse...

O melhor dos seus textos, é que tudo que tu escreves faz tanto sentido para vc quanto para aqueles que o lêem.
Muito bom Dias, muito bom mesmo.

Gabriela Campêlo. disse...

Eu fiz um comentário DEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEESTE tamanho, não foi. Eu dei ctrl+c pra enviar depois e não salvou... Tudo bem! Eu supero =/