domingo, 16 de novembro de 2008


Só é preciso entender quando uma etapa se encerra, quando o laço se desfaz, quando os olhos perdem o brilho, o sorriso se prende, a mente concentra, a inspiração acaba, as duvidas morrem, os lábios se distanciam e tudo fica monocromático,
Preto e branco.
Hoje foi difícil entender que foi pouco.
Um pouco de medo,
Um pouco de culpa,
Um pouco de vontade,
Um pouco de quietude,
Um pouco de tempo,
Um pouco de amor, um muito pouco de amor na verdade.
E a dois essa foi nossa ultima,
Ultima decisão,
Ultima dor,
Ultima insatisfação,
Ultima terapia, parada, mancada...

[...]

Por todo o tempo me portei como se estivesse aqui, e cá estou eu, como se nunca tivesse saído. Nunca te visitado, nunca estado em você.
Eu, como se nunca tivesse brincado, brinquei.
Brinquei contigo, brinquei comigo, Brinquei com o mundo nesses últimos dois meses.
Hoje me peguei brincando com o espelho, com o reflexo de outra cara que atava ali. Um cara que tinha a minha cara e não o meu jeito.
Um cara que já não me tinha por dentro daquela mesma cara.
Eu, o cara quem abraçou o mundo e não ela. Não-ela.
Deveria ser proibido pintar o amor dessa cores.
Monocromático, o amor torna-se ‘um pouco’. Um pouco de tudo o que eu já falei.
No meio do que é pouco fosco ou insensato é um tanto difícil afirmar quem é, de fato, a pessoa má. Má-goada,, Má-chucada, Má-luca, Má-quiada, Má-gica, Má-la... A pessoa que Má-l esteve aqui quando era para estarmos aqui. [As duas pessoas que não estavam]

[...]

Todo prazer é um vicio, toda calma é doce, todo coração é... é... é... Sem nexo.
E exatamente por não temer, mais, o que pode vir ‘a-nexado’, que me arrisco a um novo risco, um novo nexo, um anexo, você, elas...
Eu não exijo prosa, regras, tentativas, moda, tendências...
Mas, poesia, samba, sonho, nós, sós...
Eu me arrisco e escolho.
[Não pela opção dos que não quiseram]
Todos estão sujeitos a escolhas, entretanto os covardes estão paralelos ao pré-conceituado. Pé de ameixa sombra minha, parece mesmo que nasci pra ser pé, de AMORa.


O amor machuca e você não desiste?
Não, por que nem sempre...


=D

2 comentários:

duas disse...

C*R*LHO!
da foto à frase final do amarante (que não podia ser melhor escolhida) tudo está perfeito.
sabe quando não se sabe o que falar?

se fosse para escrever um texto desse, eu não me importaria muito com os não-deu-certo's da minha vida (que não são poucos, mas são muito improdutivos, facto)

já disse que te amo hoje?
e que amo MUITO e PRA C*R*LHO?

duas disse...

p.s.: o layout ficou do cara***