quarta-feira, 10 de dezembro de 2008


Um sopro, um salto. Um meio termo de possibilidades, satisfação e cansaço.
Um passo fundo, um passo em falso, um torto, um calado.

Tudo sobre
ontem,
hoje
e amanha... sem ela.
Só uma afirmação paira e para por cima de todas as coisas,

Não tem como acontecer minha vida sem mim,
Nem tenho pra que contar de minha vida sem ela.

Nós dois existimos, cada um a sua maneira.

Passo a passo, reviso meu texto, repasso.
Edito, apago.
Serio!

Sorrio comigo por causo disso,

E
quase sempre ‘sem migo’ não sorrio por falta dela.
Poderia até ser uma declaração de amor, se ela um dia tivesse existido.
Se um dia comigo.
Um dia pra mim.

O amor se atrasou.
[de novo.]


E quando me falaram sobre a possibilidade de minha vida acontecer sem mim eu só duvidei. E estava certo. Por mais coisas que aconteçam, mesmo que do mais alto possível eu estarei observando. ‘Dirigir-me’ como á um palco é uma forma de participar das coisas, estar por dentro e não me cansar. Por mais afastado que esteja, espectador de mim é um termo que nunca se adequará ao caso. Os incomodados se retiraram, Os adaptados estão ai, E os que gostam estão aproveitando. E cada parte de mim segue como se sente bem, pressionado por meia dúzia de informações, Chulas, Tão chulas...

3 comentários:

Katharine Gomes disse...

Depois diiz que não escreve bemm, né??
uhsahusahusauhsuuhsa

Amei tudoo.. é sérioo
Já ganhou uma fã! :DD

beijOo!

;**

duas disse...

CARALHO!
(é, sou a rainha dos palavrões, fazer o quê? não sei me expressar enfaticamente de outra maneira)
e apesar de eu já ter jurado que não comentava mais aqui, não consigo. (sou fraca, pra caralho ^^)
e te amo, caralho!

Penelope Mayfair disse...

Que texto lindo o seu!!!
Ameiii

beijos!