Para eliminar o silencio completo, ele só respirou fundo. E por um breve instante observou-se em tudo o que era possível se estar marcado. Ter aberto caminhos, ter deixado um rastro. Ao que parecia, o mundo fechara-se de tudo o que era provável, improvável, finito ou não... O mundo fechara-se. Ao que parecia, nem a mais ofegante respiração, gritaria, balbúrdia ou berreiro causaria efeito. O mundo fechara-se e o silencio sobressaia-se de si mesmo. O silencio absoluto é ensurdecedor. E tudo o que parece movimentar, movimentara-se dentro. Pensar no antes como se pudesse mudá-lo, no agora como se não fosse vivê-lo, e no futuro como uma espécie de escape. De que escapar? Do mundo que se fechara? Com que capacidade escaparia de si?
Você pensou nisso também? Pois bem, pode ser dito que nem mesmo assim. Desde que o mundo é mundo, ninguém observa isso como possibilidade. E há quem acredite. Há quem acredite tanto, que nem o molejo da mais pura baiana o convenceria do contrario. Se existissem regras, as tais seriam: UM, é impossível você ser outro; DOIS, não se podem fugir à idade;
TRÊS, Três, Três?!?
Talvez não existam tantas regras. Ou talvez existam e eu desconheço. Ou talvez eu tenha errado, pulado, ofendido e mudado tanto as regras que posso estar tentando nos convencer de que é assim que funciona ainda.
Seja lá o que aconteceu para terem fechado o mundo, joguemos a culpa em alguém, liguemos o som e as luzes. De todos os modos que podem ser vistos, ter a visão da vida como uma grande festa não é de todo ruim. Ao menos não para mim. Se me mandarem outra vez calar, eu calo. E se for obrigado a cai, cairei. O único fato não válido é acatar a frase: “Só por estar aqui já é uma vitória”, se eu não programei “aqui” sendo o topo, não será aqui que me darei por vencido.
Quem irá desapontar os espectadores da telenovela, os que torceram contra ou os que não queriam? Quem fará mover todo o resto? Continuidade, simplicidade e expectativa. Quem, se não eu...
Quem será o primeiro a desobedecer à moda? Quem vai saltar do prédio para encontrar a morte? Qual deles ficará de pernas pro ar tendo prova de calculo no outro dia? Certas coisas não têm propósitos, mas sempre tem alguém que faça. Não é preciso atingir borboletas com golpes de machado. Se for de ser sutil, saberás cultivar um belo jardim com plantas carnívoras...
Você pensou nisso também? Pois bem, pode ser dito que nem mesmo assim. Desde que o mundo é mundo, ninguém observa isso como possibilidade. E há quem acredite. Há quem acredite tanto, que nem o molejo da mais pura baiana o convenceria do contrario. Se existissem regras, as tais seriam: UM, é impossível você ser outro; DOIS, não se podem fugir à idade;
TRÊS, Três, Três?!?
Talvez não existam tantas regras. Ou talvez existam e eu desconheço. Ou talvez eu tenha errado, pulado, ofendido e mudado tanto as regras que posso estar tentando nos convencer de que é assim que funciona ainda.
Seja lá o que aconteceu para terem fechado o mundo, joguemos a culpa em alguém, liguemos o som e as luzes. De todos os modos que podem ser vistos, ter a visão da vida como uma grande festa não é de todo ruim. Ao menos não para mim. Se me mandarem outra vez calar, eu calo. E se for obrigado a cai, cairei. O único fato não válido é acatar a frase: “Só por estar aqui já é uma vitória”, se eu não programei “aqui” sendo o topo, não será aqui que me darei por vencido.
Quem irá desapontar os espectadores da telenovela, os que torceram contra ou os que não queriam? Quem fará mover todo o resto? Continuidade, simplicidade e expectativa. Quem, se não eu...
Quem será o primeiro a desobedecer à moda? Quem vai saltar do prédio para encontrar a morte? Qual deles ficará de pernas pro ar tendo prova de calculo no outro dia? Certas coisas não têm propósitos, mas sempre tem alguém que faça. Não é preciso atingir borboletas com golpes de machado. Se for de ser sutil, saberás cultivar um belo jardim com plantas carnívoras...
6 comentários:
Eu nem preciso dizer que adoro o jeito como você escreve, mas eu digo: adoro o jeito como você escreve, e digo mais, adoro as coisas que você escreve.
Bju
T.A.
hum...
só não consegui ligar algumas partes ao texto... mas é normal pra mim huhuah, teria q ler mais vezes...
mesmo assim, gostei cara, tem umas frases muito interessantes...
pq vc perde tempo? escreva um livro já! kkkkkkkkkk
bjo
Por que as pessoas vivem nos dizendo o que fazer, o que sentir, o que pensar? Se cada um vive a sua própria vida, é responsável pelos seus próprios atos, por que às vezes as pessoas se importam mais com a vida alheia do que com a sua?
Qual o problema em combinar verde com vermelho?
é bom te ler. e diferente também. talvez por isso eu insista em vir aqui, sei lá.
mesmo me ignorando, continuo te amando. rimou u.u
Quem, se não vc?
Postar um comentário