quinta-feira, 27 de setembro de 2007


Faça de mim um nada que ai eu direi: Você tem talento! Caso contrario, serão sempre os mesmos argumentos medíocres.
Prazer, estes são o meu eu!
|Eu, o “outro” e “aquele” somos um só|
| ... | E os dois estavam caindo no chão aos ponta pés, isto eram apenas pensamentos que por horas rodeavam a cabeça dos dois. Entre eles não existia o bom senso, o acordo ou o conceito. Um é superior, o outro nem tanto, um carrega um fardo grande, e prova disto é o rancor que traz mesmo daqueles que não conhece. Já o outro é mais normal, não que “aquele” seja louco, mas que o “outro” é mais calmo, não tem uma grande experiência de vida e as poucas que ainda têm, ele as doou pra um bêbado qualquer. Desilusões não são coisas a serem carregadas, são? São sim! Este é o julgamento “daquele”, o egoísta, que é capaz de apoderar-se de toda a culpa para praticar também um ato de orgulho. Não, de fato não são. Este é o que pensa o “outro” pobre coitado. As vezes parece não saber o que diz, uma hora dessas ele me surpreendeu | ... |

| ... | - Sabes o que fazer? Porque não o faz?- “Aquele” nunca cansou de me falar e fazer com que eu absolvesse isso, o “outro” sempre perdia nessas discussões, não tinha nele ego suficiente para ir enfrente até o fim. Pobre coitado, argumentos tão fracos,poucas vezes ousou saborear o doce da vitória, o vento da liberdade enfim, estava sempre com o desprazer da perda em sua companhia, para “aquele” era diferente, “se o importante fosse competir, os jogos dos grandes homens não eram dotados de vitórias, sem falar que deveria ter uma nomenclatura diferente, para esse tipo de brincadeira o nome deveria ser recreação. Aliás quem falou que
competir era mais importante, provavelmente perdeu”. E com esses argumentos baixos ele levava todas... Pobre de mim. | ... |

| ... | O besta gostava de calças quadriculadas, (tenho muita raiva dele, malditas eram as horas que eles paravam para discutir, eles enchiam-me o saco enquanto eu esperava com paciência a vitória “daquele” para assim eu poder perder.) Talvez se o coitado tivesse ganhado as causas mais nobres, as coisas teriam tido um rumo menos feio. Não lembro a vez que o ínfimo tomou as rédias da situação, além de ocupar o trono por pouco tempo, o pouco tempo que ocupava nada fazia! É exatamente por isso que tantas vezes fui ruim. O estranho é que der repente mudou. | ... |

| ... |A ultima vez que os vi foi ontem, o “outro” está tão diferente, as derrotas estão lhe fazendo bem. Eu digo “àquele” que se cuide... Por um momento talvez não breve o “outro” está no poder. | ... |

Ultimamente andamos sem nenhum motivo aparente para ser gentis. Para alguns não faz sentido mesmo, mas o negocio está entre eu o “outro” e “aquele”, não diz respeito a mais ninguém. |Eramos quatro no centro|

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