terça-feira, 9 de outubro de 2007


Quando fui convidado a pular do penhasco encontrei sua mão estendida a minha espera, queda abaixo agora eu caio revendo suas costas a afastar-se de mim. Apostei minhas esperanças e ganhei o desprazer de sua indiferença. Regresso ao meu encontro, donde nunca devia ter-me perdido, sigo dignamente deixando pra trás as promessas vãs do brilho falso dos teus olhos certo de que um dia as costas como resposta tu também terás.

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