sexta-feira, 12 de outubro de 2007


Um capricho do sol no jardim do céu...

Mesmo com todo esse adversário que eu tenho em minha frente, hoje eu estou em calma... Eu perdi meus companheiros de guerra e não estou nem um pouco a fim de desistir de mim por aqui ainda, tenho comigo a calma de um gigante, mesmo não sendo um. Tenho motivos suficientemente cabíveis para ser ignorante e chato, e por isso não faço pose para não ser... Quais motivos me levarão ao ser legal e amável?
Tudo hoje é branco e preto ou se preferirem, um quando de bolhas negras em um tom insignificante. Eu não sigo padrões, eu não tenho rótulos, eu não "faço média", não repito comportamentos, não sigo a massa. Defino hoje, como um ponto no espaço na direção do meu “qualquer”.

A mesma coisa pra olhar... E logo, um mesmo olhar, que implica na visão de sempre.
Pedaços de papeis com informações aos pedaços... Sentindo em grande massa a alegria de um fracassado, e que mesmo assim preocupa-se com a distancia entre o que diz e a verdade. Um simples reconhecimento de lembranças antigas, que com a mesma dignidade de sempre tenta se concertar de algo que estava apropriado...

É difícil levantar a cabeça quando se é punido por estar certo...
E realmente é.

Mas nem todos estão aqui dispostos a escutar explicações, dirá meus tiros de canhões, ninguém em qualquer lugar é obrigado a nada... Os dias trazem canções detalhadas que as horas não são capazes, os dias elevam-me de um conhecimento “x”, para um conhecimento “x + 1” e sabe de um... Eu estou compreendendo o que parece as vezes não ter sentido. Uso aqui o termo as vezes, por que quase sempre não tem!

Um momento de silencio


Ah, antes que eu me esqueça disso, fiz de minhas portas janelas e entendam como quiser...

Não damos pé, entre tanto tic-tac, entre tando big bang, somos um grão de sal no mar do céu...

Tudo isso sabe por quê?
Por que hoje eu estou em calma.

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