
Realmente encantadora a forma como se apresentava hoje, tão clara e brilhante, que de forma simples para vê-la à noite eu simplesmente pediria silêncio,
Só silêncio
Hoje não vale aqui nenhum relato triste, nem melancólico ou qualquer outra coisa do gênero, e sabem de uma coisa, se eu tivesse direito a um pedido,
Um único que fosse,
Eu pediria silêncio... Seria esta a capacidade de me definir hoje, se assim como eu, vocês pudessem sentir em vocês o silêncio que eu sinto em mim hoje, eu estaria realmente grato.
Eu estive tão longe hoje que não sei o que aconteceu por aqui,
Essas marcas no asfalto, estes sorrisos nos rostos das pessoas em minha volta, as colinas que não estão distantes nem as borboletas estão cinzentas...
[ Até que um dia, carnaval chegou...
Quando estava voltando da faculdade à noite, eu, pensando estar repetindo a mesma rotina de sempre, me vi em uma rua estranha, com uma iluminação diferente, com crianças brincando e sorrindo, e pessoas do lado de fora de suas casas, e um ar de felicidade... Cheguei a pensar que tinha descido no ponto de ônibus errado, ou me confundido numa rua qualquer do bairro onde moro...
Mas não,
A rua é a mesma, assim como a iluminação, as crianças e a felicidade... Desta vez devo admitir que a “solução” do enigma sou eu... Eu mudei, e o pior de tudo é que foi de forma repentina...
Eu não quis dizer pior, e desta vez eu sei exatamente o que eu quis e quero dizer, Eu decidi erguer a cabeça enquanto andava daí eu descobri que além do meu,
existem outros mundos por ai a fora,
Outros mundos que eu não posso controlar e que não devo me deixar abater por isso, eu descobrir que existem sorrisos e outras pessoas além das colinas que estão diante de mim ou de qualquer um que queira e esteja disposto a ver,
Digo quase a mesma coisa às borboletas, elas não são cinza, eu que insistia em pintá-las desta cor. E quanto à iluminação, a única coisa que eu digo e que: De cabeça baixa ninguém olha para o céu...
Realmente encantadora o forma como se apresentava hoje, tão clara e brilhante, que de forma simples para vê-la à noite eu peço silêncio,
Apenas silêncio.
Só silêncio
Hoje não vale aqui nenhum relato triste, nem melancólico ou qualquer outra coisa do gênero, e sabem de uma coisa, se eu tivesse direito a um pedido,
Um único que fosse,
Eu pediria silêncio... Seria esta a capacidade de me definir hoje, se assim como eu, vocês pudessem sentir em vocês o silêncio que eu sinto em mim hoje, eu estaria realmente grato.
Eu estive tão longe hoje que não sei o que aconteceu por aqui,
Essas marcas no asfalto, estes sorrisos nos rostos das pessoas em minha volta, as colinas que não estão distantes nem as borboletas estão cinzentas...
[ Até que um dia, carnaval chegou...
Quando estava voltando da faculdade à noite, eu, pensando estar repetindo a mesma rotina de sempre, me vi em uma rua estranha, com uma iluminação diferente, com crianças brincando e sorrindo, e pessoas do lado de fora de suas casas, e um ar de felicidade... Cheguei a pensar que tinha descido no ponto de ônibus errado, ou me confundido numa rua qualquer do bairro onde moro...
Mas não,
A rua é a mesma, assim como a iluminação, as crianças e a felicidade... Desta vez devo admitir que a “solução” do enigma sou eu... Eu mudei, e o pior de tudo é que foi de forma repentina...
Eu não quis dizer pior, e desta vez eu sei exatamente o que eu quis e quero dizer, Eu decidi erguer a cabeça enquanto andava daí eu descobri que além do meu,
existem outros mundos por ai a fora,
Outros mundos que eu não posso controlar e que não devo me deixar abater por isso, eu descobrir que existem sorrisos e outras pessoas além das colinas que estão diante de mim ou de qualquer um que queira e esteja disposto a ver,
Digo quase a mesma coisa às borboletas, elas não são cinza, eu que insistia em pintá-las desta cor. E quanto à iluminação, a única coisa que eu digo e que: De cabeça baixa ninguém olha para o céu...
Realmente encantadora o forma como se apresentava hoje, tão clara e brilhante, que de forma simples para vê-la à noite eu peço silêncio,
Apenas silêncio.
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