sábado, 22 de março de 2008


É como se um milhão de vetores de forças grandes e distintas apontassem na direção de um único ponto, esmagando-o. Assim sendo, acontece como se toda essa força fosse exercida em cima de toda sua angustia, colocando realmente a prova, as barreira de um vacúolo interno,

[todo o mal estar, todo o desespero!]

Mais ou menos o peso de todas as experiências de um universo a parte, caísse por cima, caísse de cima, caísse em mim.
Seria cerca de um tempo, uma distância e uma grandeza!

[E dessa vez a física não exigiria esfericidade e vácuo!]

São quatro partes de duas partículas que de forma desajeitada exercem força uma sobre outra, mas diferente do resto, a parte escalar em Newton não importa tanto na questão.

Mas imaginemos assim, o sol como uma melancia, os planetas como gudes e o universo como sendo um colchão. Você joga a melancia no colchão e em seguida joga as gudes, que irão girar até colarem no sol que na questão imaginada seria a melancia! A única diferença dessa falsa “lei de atração dos corpos” aqui imaginada, é que com o sol, todos os planetas não colarão nele. Mas de certa forma estariam atraídos.

[ligados]



Ou melhor, esqueçam tudo o que eu disse.
Seria simplesmente como se Juliana viesse de longe e me desse um abraço forte, certificando-me que estaremos de certa forma unidos para sempre...

“Não há nada que a física não explique, tão pouco que um abraço não conforte!”


2 comentários:

Anônimo disse...

Olhe eu aqui denovo chachando!
hehehe

Tu escreve muito..
Impressionado.
Parabéns pelo Blog

duas disse...

lin-do!

sau-da-de
dis-tân-cia
ca-rên-cia

pa-la-vras se-pa-ra-das
pes-so-as se-pa-ra-das
vi-das se-pa-ra-das

e eu só sin-to
fal-ta... mui-ta fal-ta-ta

a-mo vo-cê!