
- Enfim, dezoito anos -
E eu que pensei que este dia não fosse chegar nunca, que eu estaria no colégio pra sempre, que eu poderia conseguir tudo com o meu dramalhão, que eu nunca iria crescer...
E eu que pensei tantas coisas impossíveis que já aconteceram.
-E ainda vão acontecer-
Das poucas coisas que eu lembro nitidamente de minha infância, uma das mais divertidas foi o meu tempo de colegial. Para ser mais preciso os dois anos que eu estudei na escola “Cinderela”, de ter chorado setenta e cinco por cento do ano que eu estudei a segunda série, de ter batido em todo mundo, ter “pintado e bordado”. Outras coisas dessa fase “pirralho” eu lembro-me pouco e vagamente. Coisas como as brincadeiras na roça, as frustradas aulas de educação física, as varias vezes no médico, as brigas com minha irmã, a cicatriz no pé
[ ... ]
Todas essas lembranças fazem de mim o que sou hoje,
Todos os acontecimentos,
Todas as pessoas.
Hoje, eu completo dezoito anos, que eu julgaria como sendo tempo suficiente para escrever uma historia. Tempo suficiente para gastar o céu, usufruir do mar, correr, gritar, cantar, brigar, cair, levantar e fazer um milhão, novecentos e quarenta e seis mil, trezentos e cinqüenta e oito coisas.
Ou até mais que isso.
Poder me olhar no espelho hoje, e não ter repudio à minha imagem é uma coisa linda.
E tudo isso me trás satisfação, entende? Ver com alegria a pessoa que eu me tornei assim como olhar ao redor e a contagem de todos os que estão ao meu lado ultrapassar os dedos das mãos, é uma prova viva de que tudo que eu planejei não foi em vão, que tudo o que eu fiz nem sempre foi destrutivo.
Isso pra mim é importante, tanto e como eu não sei, mas poder saber que toda essa atração e essa conspiração ao meu favor são frutos da pessoa que eu fui e sou não tem explicação. Não tem recompensa. Não tem valor.
Esse período todo tem e não tem tanta coisa,
Que às vezes é engraçado,
Às vezes é grande,
Às vezes é tudo.
Felizmente nem tudo na vida aceita o prefixo “ex”, como por exemplo, meu “ex-passado”, minha “ex-familia”, minhas “ex-mãe”, minha “ex-vida”, essas coisas... E isso é uma coisa que verdadeiramente importa, eu não poder em uma hora qualquer me desfazer das coisas que me sustentam, das coisas que me ergueram, das minhas coisas...
E sabe,
Hoje tenho milhares de coisas para falar sobre tudo o que eu passei, mas eu preciso, prefiro e devo guardar isso para um dia contar aos meus netos,
- se é de tê-los, que sejam inéditos -
E se um dia de fato possuí-los eu os quero contar sobre minha adolescência, minhas faculdades, minhas piadas, minhas garotas e todo excesso de historia que hoje transbordam em mim.
Dezoito anos não são dezoito dias,
1 ano = 365 dias
18 anos = X
Todas essas lembranças fazem de mim o que sou hoje,
Todos os acontecimentos,
Todas as pessoas.
Hoje, eu completo dezoito anos, que eu julgaria como sendo tempo suficiente para escrever uma historia. Tempo suficiente para gastar o céu, usufruir do mar, correr, gritar, cantar, brigar, cair, levantar e fazer um milhão, novecentos e quarenta e seis mil, trezentos e cinqüenta e oito coisas.
Ou até mais que isso.
Poder me olhar no espelho hoje, e não ter repudio à minha imagem é uma coisa linda.
E tudo isso me trás satisfação, entende? Ver com alegria a pessoa que eu me tornei assim como olhar ao redor e a contagem de todos os que estão ao meu lado ultrapassar os dedos das mãos, é uma prova viva de que tudo que eu planejei não foi em vão, que tudo o que eu fiz nem sempre foi destrutivo.
Isso pra mim é importante, tanto e como eu não sei, mas poder saber que toda essa atração e essa conspiração ao meu favor são frutos da pessoa que eu fui e sou não tem explicação. Não tem recompensa. Não tem valor.
Esse período todo tem e não tem tanta coisa,
Que às vezes é engraçado,
Às vezes é grande,
Às vezes é tudo.
Felizmente nem tudo na vida aceita o prefixo “ex”, como por exemplo, meu “ex-passado”, minha “ex-familia”, minhas “ex-mãe”, minha “ex-vida”, essas coisas... E isso é uma coisa que verdadeiramente importa, eu não poder em uma hora qualquer me desfazer das coisas que me sustentam, das coisas que me ergueram, das minhas coisas...
E sabe,
Hoje tenho milhares de coisas para falar sobre tudo o que eu passei, mas eu preciso, prefiro e devo guardar isso para um dia contar aos meus netos,
- se é de tê-los, que sejam inéditos -
E se um dia de fato possuí-los eu os quero contar sobre minha adolescência, minhas faculdades, minhas piadas, minhas garotas e todo excesso de historia que hoje transbordam em mim.
Dezoito anos não são dezoito dias,
1 ano = 365 dias
18 anos = X
X anos = 365 x 18 dias
X anos = 6570 dias \o/
Viu só como não são dezoito dias?
[iuahIUAHiuahIUAHIUahiuHAIUhaiuHAIUhaUHAI]
São alguns anos de matemática também, de números, equações e tantas coisas boas no colegio...
Tantos pães em dona Regina, tantas notas cabulosas, tantas mostras, tantos colegas...
Muito tempo para muita bobagem, entretanto é um tempo tão curto quando eu vejo que já passou, e também tão duro quando eu vejo que não vai voltar...
Esse negócio de ter que crescer ainda me soa estranho...
[muito estranho]
Meu Deus!!! Eu estou em pânico!
Será que estou me tornando um adulto?
Esse negócio de responsabilidades e ter que ficar algum tempo sem rir e não poder brincar com tudo é realmente “sinistro”.
Assim, der repente, tão cedo?!?!
Ooh!
Deve não ter graça ser um adulto, eu vejo isso no dia-a-dia. Ter que obedecer a um ciclo capitalista para sustentação financeira e bláh, bláh, bláh...
Eu queria na verdade ser só meio adulto, dessa metade eu só queria a altura, a liberdade, a experiência... [Só a parte legal da coisa, lógico...] Mas a outra metade eu queria ser criança “mesmo”. Poder sei lá, não ter vergonha das minhas vontades, nem ter noção de que fazer... [O que seria não me bloquear...]
Ser metade infância, metade velhice. E nada de superficialidade.
Nada de amizades descartáveis,
Nada de filmes sem roteiro,
Nada da nada que não seja interessante.
Dezoito anos passara-se tão rápido que eu aprendi que não devo me apegar à futilidade e gastar o meu tempo dessa forma tão banal. E não posso e tampouco devo insistir em coisas que não pertencem à mim. Eu não quero e nem vou me magoar com as escolhas de terceiros, por que tudo o que acontece ao redor é bastante precioso para que eu permita escapulir de mim por estar vivendo coisas que não existem, coisas que não são minhas.
Eu dei inicio a um plano secreto.
Estou certo que esse é o meu tempo, por isso eu sugiro a você que de presente traga-me só respeito e lealdade. Neste dia que é meu, eu só quero o que a mim pertence. Logo, gostaria de ter todos os meus amigos aqui do meu lado, sem exceção.
Mas de verdade, hoje eu só queria uma coisa!
Um abraço de uma pessoa que já não lembra mais de mim como fui, tampouco como sou agora.
“Em você existe a força, a coragem e a determinação, que possibilitará o alcance de todos os seus sonhos. Mas é a tua sensibilidade e o teu caráter que nos faz ser parte de tua torcida.”
[By Tia Jóia]
Um minuto de silêncio...
[By Xuli]
"não sabia que todos os gatos de cheshire sorriam. para falar a verdade, nem tinha idéia de que os gatos sabiam sorrir."
"todos sabem", disse a duquesa, "e a maioria deles sorri."
"não sei de nenhum que sorria", disse alice muito polidamente, sentindo-se bem satisfeita de ter entabulado uma conversa.
"você não sabe muito", disse a duquesa, "e isso é um fato."
- gatos sorriem, agora eu sei, e você também sabe.
[b][c=#91D984]sr. maelson ™ [/c][/b] diz:
- eu vou postar no blogg... você não queria falar algo sobre mim?
falar sobre ele... que pergunta!
retórica, só pode xP
entrou na minha vida, em um momento crucial
quer dizer, ele já tinha ido de 'penetra-convidado' pra minha festa de quinze anos
aí, em uma certa 'mostra' da aplicação ele me fez rir pacas.
fez até um circo, literalmente
me fez descobrir que poderia ser amada,
apesar disso não ter adiantado muita coisa,
a idiota aqui não se deixa amar.
e aí, ele me fez sentir a pior pessoa do mundo,
não que eu não tenha sido,
sei lá...
a gente passou um bom tempo afastado
e a única explicação que eu acho é vergonha.
eu não me achava merecedora de um reles 'oi', daquele qual o único erro foi querer-bem.
santo escalada!
que fez com que eu percebesse que aquele menino é visivelmente melhor do que eu
e que sabia perdoar
santa univasf!
que me fez possuidora da amizade mais forte, e mais linda, ao meu ver, claro
cheia de números
cheia de camisas amarelas
cheia de músicas de ótima qualidade, divididas em um mp4
cheia de chingamentos aos professores tão bons para conosco
cheia de conselhos
cheia de conversas bobas e boas
cheia de caminhadas interminalmente produtivas
cheia de brigas
cheia de perdão
cheia de idas
cheia de voltas
cheia de amor
cara, toda vez que eu chego na faculdade, eu penso, maelson não vai tá lá...
então...
qual a graça de assistir uma aula de química sem poder tirar onda da professora?
qual a graça de não entender bulhufas das demostrações de alguma coisa e não ter ninguém pra fazer aquela cara de pateta?
qual a graça de ir a biblioteca sem ninguém pra dividir o mp4?
qual a graça de se apaixonar pelo professor de cálculo, sem ninguém pra contar os suspiros? *tá que o daqui é bem velho xP
qual a graça de bolar uma camisa pra faculdade, sem ninguém pra concordar com a cor?
qual a graça de andar até a faculdade sem ninguém pra acompanhar?
qual a graça?
me diz...
qual a graça?
dezoito aninhos, "môvéi"
e nesse dia em que todos te desejam "felicidades"
eu te desejo deus
poesia
amor
se deixar amar
música
paixão
amizade
bolo (com fios de ovos)
sol
chão brigadeiro
céu
e luz
muita luz
queria pedir um presente também, pode?
só um, vai?
diz que siiim!
siiim?
me dá um mega abraço quando eu chegar aí?
e esquece de mim não, tá?
amo você, coringa meu ^^
___________________________________________
Ps¹: Eu trocaria a eternidade por essa noite!
Ps²: Eu já posso ser preso!!! [Eu sempre quis falar isso]
A todos os meus familiares e amigos que de forma direta e indireta tornara minha vida perfeita.
Ps¹: Eu trocaria a eternidade por essa noite!
Ps²: Eu já posso ser preso!!! [Eu sempre quis falar isso]
A todos os meus familiares e amigos que de forma direta e indireta tornara minha vida perfeita.
Obrigado!
Um comentário:
Percebi que gosta de ler..
isso em comum. a maioria dos livros que tu gostou, eu tb já li..
Tenta ler depois "A menina que roubava livros"
é muito bom.
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