Eu vou rabiscando a vida assim, como se fosse de verdade, de maneira linear, mesmo sabendo que não. Um desenho riscado a giz. É que nunca se sabe onde será preciso apagar. Onde, quando ou por que. Hoje por exemplo, eu atirei água em toda uma parte da lousa. Mesmo eu, um criador antigo de borboletas no estomago acabo me traindo dessa forma. Brincar assim tem me matado todos os dias. Dia após dia. Meses a fio. Eu não me importo. Vou renascendo diariamente só por birra. Mês após mês. Anos assim. É tanta coisa meu bem, que até mesmo uma fênix se cansaria desse processo. Ela pediria um tempo, calma, paciência, fé.
Sobretudo fé.
Eu só peço você. É por isso que assim o faço,
Renasço,
Renovo,
Olho-te,
sorrio...
Sou rio,
Sou poeta,
Sou louco,
Sou eu.
Sou você,
E ainda sou fênix.
Sou quase sempre constante, exceto pelas borboletas que se divertem ás minhas custas, no meu estomago, e comigo.
Sobretudo fé.
Eu só peço você. É por isso que assim o faço,
Renasço,
Renovo,
Olho-te,
sorrio...
Sou rio,
Sou poeta,
Sou louco,
Sou eu.
Sou você,
E ainda sou fênix.
Sou quase sempre constante, exceto pelas borboletas que se divertem ás minhas custas, no meu estomago, e comigo.
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